Arquitetura Sagrada

CATEDRAL PRESBITERIANA -RJ


O arquiteto e astrólogo¹ A. T. Mann escreveu que a "arquitetura sagrada é a integração de tempo e espaço, Céu e Terra, e, em seu sentido mais profundo, acesso à eternidade". Em tempos antigos, construções sagradas eram alinhadas com as estrelas e seu eixo era orientado no sentido do Sol nascente. Mais tarde, templos foram construídos em locais sagrados - a palavra templum significa um lugar onde observações estelares eram feitas.

O local escolhido para a construção era tido geralmente como um lugar de poder - hsueh, sobre um leito de um rio ou curso natural de água. Hsuehs ou ninhos de dragões eram lugares em que a energia natural da Terra está altamente concentrada. Os pontos cardeais ou direções são uma fonte primária de poder, por isso a orientação para o horizonte é tão importante na arquitetura sagrada.

Na Ásia, toda a paisagem é considerada sagrada e a arquitetura é tida como uma ciência divina.

Construções são feitas usando as proporções da geometria divina aliadas à geomancia, a  arte de construir em lugares favoráveis. 

O templo, a mesquita, a igreja e a sinagoga são todos lugares de adoração, onde rituais e cerimônias são realizados. Ao projetar tais construções, o arquiteto tem de ter em mente o que acontece em cada lugar, e porque, e infundir em seu desing um senso de espiritualidade.

A arquitetura sagrada inclui padrões estruturais que refletem tradições antigas com raízes na astrologia, astronomia, adoração de divindades e geometria, e é baseada em duas formas primárias - o círculo e o quadrado. É da reconciliação dessas formas que a arquitetura sagrada emerge, simbolicamente "enquadrando o círculo" e representando a união entre o Céu e a Terra. Os primeiros lugares de oração eram frequentemente um cubo com uma cúpula em forma de esfera, para simbolizar o Céu.


ARQUITETURA CRISTÃ

 A CATEDRAL DE SANTIAGO DE COMPOSTELA É UM EXEMPLO
DE IGREJA CONSTRUÍDA COM UMA GRANDE NAVE PARA
ACOMODAR UM CRESCENTE NÚMERO DE PEREGRINOS.


Tradicionalmente, as plantas das igrejas cristãs tê a forma de uma Cruz, o símbolo universal de Cristo e sua crucificação. São encimadas por uma cúpula que simboliza a tenda do mundo, o Céu ou as esferas celestes. O pináculo das igrejas simboliza o dedo de Deus apontando para o Céu.

As catedrais são construídas sob exatos princípios geométricos e os arquitetos que construíram as primeiras catedrais queriam criar harmonia em uma relação matemática perfeita entre altura e largura, que inspiraria a sensação de iluminação e a imaginação de quem nelas rezasse. Eles se empenharam em reproduzir as proporções divinas.

A arquitetura em estilo românico do princípio da Idade Média se baseava na forma de construção romana que enfatizava segurança. Cada construção era um forte ou uma fortaleza e tinha a defesa como propósito.

O estilo românico serviu como transição para o estilo gótico de arquitetura, que veio logo em seguida.

Existia uma certa paixão pela peregrinação na era romântica; os cruzados os monges, e os peregrinos viajavam em longas trilhas, estimulados por visões, curas miraculosas  e lendas de santos. Isso levou à necessidade de construir igrejas para os peregrinos. As grandes naves e os largos  transeptos davam a sensação de espaço, necessária para o grande volume de pessoas que tinha de esperar para entrar no santuário. Chaucer descreveu sua peregrinação nos Contos de Canterbury e a igreja de Santiago de Compostela, na Espanha, ainda é uma rota de peregrinação muito popular até hoje.



ALTAR
O altar é o símbolo da Última Ceia de Cristo, um lugar de nutrição física e espiritual onde a fé é reafirmada. Representa sacrifício e é o lugar onde o homem e Deus se conectam no ato da Sagrada Comunhão, no qual o corpo e o sangue de Cristo são simbolicamente servidos ao seguidores.









TRIFÓLIO
O trifólio é o símbolo da Sagrada Trindade - Pai, Filho e Espírito Santo - representando passado, presente e futuro.









QUADRIFÓLIO
O quadrifólio tem quatro folhas e era posto nas igrejas para significar que o evangelho, o provedor da Paz e da vida Eterna, era pregado ali.








TOCHA DA VERDADE
Símbolo da Ordem Dominicana, era geralmente representada na boca de um pequeno cão preto. Isso se baseia em um sonho da mão de São Domingos em sua gravidez. A criança dela era um cão preto e branco que trazia iluminação para o mundo por meio da tocha em sua boca.




PELICANO
Símbolo de observação e de redenção, é encontrado em afrescos, murais, pinturas e vitrais das igrejas.










ARQUITETURA GÓTICA

A CATEDRAL DE CHARTRES MOSTRA TORRES COM AGULHAS QUE
SE ELEVAM, TÍPICAS DA ARQUITETURA GÓTICA.




O estilo romântico abriu caminho para o estilo gótico de arquitetura no meio do século XII, no qual a arte, a filosofia,e a religião combinadas criaram algumas das arquiteturas mais dramáticas que já se viu. Talvez o melhor exemplo do gótico medieval seja a Catedral de Chartres, na França.

Catedrais góticas consistiam em arcobotantes, vigas de pedra que se projetavam das paredes, permitindo o uso de abóbodas nos tetos e um interior mais amplo. Pessoas da época viam a catedral como a Jerusalém Divina no plano material, especialmente em seus intricados vitrais. Os edifícios permitiam a entrada de mais luz do que jamais fora possível e pareciam ascender ao céu, com os enormes pináculos chegando cada vez mais longe.



CRUCIFORME
Aforma fundamental encontrada nas catedrais góticas era a cruciforme, ou cruz sobre qual a planta era projetada; a fonte octagonal de batismo e o círculo são encontrados por toda a estrutura, incluindo as magníficas rosáceas nas janelas.




CATEDRAL DE CHARTRES VITA DE CIMA, REPARE EM 
SEU FORMATO CRUCIFORME.


                                                                                    
                                                                                
ABÓBADAS
Um conjunto de abóbadas reunidas era usado para suportar o peso do teto e dava uma sensação extra de luz e espaço, diferente das abóbadas do estilo românico.




Abóbodas de arestas em Ogivas, próprias do estilo gótico



ABÓBODA DE ARESTAS EM ARCOS, PRÓPRIAS DO ESTILO ROMÂNICO

                                                      

              

ARCO GÓTICO
Na arquitetura gótica, as novas técnicas de construção incluíam arcos com ponta que impediam tetos mais abertos de serem feitos, representando a insignificância do homem perante o poder de Deus.


ROSÁCEAS
Essa estrutura magnífica revela o amor ao círculo e às relações geométricas. Eles trabalham em três níveis: o impacto visual é evidente; a geometria secreta da relação e a proporção das partes é escolhida e há também um nível simbólico.


VITRAIS
Tradicionais símbolos sacros na arte, essas obras ajudam o adorador a entender os ensinamentos da igreja. Os vitrais geralmente mostram as cenas da vida de Cristo.


RELEVOS EM PEDRA
Os apóstolos são representados simbolicamente em entalhes: João, pela águia; Marcos, por um búfalo; Lucas, por um homem; e Matheus, por um leão. Muito comum também é a Mão de Deus, emergindo das nuvens.



ARQUITETURA ISLÂMICA

O DOMO DESTA MESQUITA EM ISFAHAN, IRÃ, É
CARACTERISTICAMENTE GRANDE E REPRESENTA O CÉU.

Como o Islã proíbe o uso e a adoração a imagens, cores, formas geométricas e desenhos bem proporcionados são chave para a arquitetura sagrada islâmica. O "aniconismo" - a não representação de forma humana e animais - e a doutrina da unidade e da harmonia tornaram a arte islâmica rica em desenhos geométricos, com o quadrado e o cubo sendo utilizados como motivos repetidos.

Meca é o local mais sagrado para o Islamismo. Toda mesquita é voltada em sua direção, e assim ficam os muçulmanos na hora da oração. A forma quadrada é repetida em pátios quadrados, simbolizando estabilidade. Oito anjos seguram o Trono Divino, assim as mesquitas são geralmente construídas sob uma fundação octagonal, que pode estar alinhada com os quatro pontos cardeais, os quatro pontos intermediários entre o céu e a Terra.

CAABA EM MECA

Caracteristicamente, mesquitas têm grandes domos, altas torres e enormes pátios, todos símbolos do poder. Os temas repetidos nos desenhos geométricos dos azulejos, a caligrafia baseada nos diretrizes do Corão e os arabescos simbolizam Alá em seu infinito poder. Os domos representam os Céus e a Criação. Muçulmanos acreditam que Alá pode ser encontrado em qualquer lugar, então o mundo inteiro é uma mesquita.

A Mesquita do Domo de Pedra, em Jerusalém (688-692 a.C.), é o exemplo mais antigo da arquitetura sagrada islâmica. Feita de mármore e decorada com mosaicos de azulejo, possui um domo de ouro no teto. Ela foi construída não como uma mesquita para adoração pública, mas como uma mashad, um santuário para peregrinos.



O domo é profundamente significativo, já que foi construído na pedra onde Maomé ficou antes de ascender ao Céu. Também é importante para aqueles que seguem o Judaísmo, já que essa rocha representa a fundação do mundo.

A mesquita Real ou Masjid-i Shah, em Isfahan, construída por Shah Abbas no século XVII, é um dos exemplos mais bonitos de arquitetura sagrada no mundo.

                                                                     MESQUITA REAL    




MINARETE
Os grandes e graciosos minaretes encontrados nas mesquitas eram geralmente iluminados por tochas e utilizados como torres de observação. Com seus cumes arredondados, eles representam iluminação espiritual. O muezim chama os fiéis para rezar do minarete e isso é um lembrete permanente da presença de Alá. Como as outras torres, essa representa a ligação entre os homens na Terra e o Divino.


MIHRAB
O mihrab, ou nicho, fica dentro da mesquita e aponta a direção de Meca, para qual os muçulmanos devem orar.


PÁTIOS
Dentro dos pátios da mesquita há fontes ou chafarizes nos quais os fiéis se lavam antes da oração. Essa limpeza literal e metafórica representa a limpeza de todos os pecados antes de se apresentar a Alá.



ARQUITETURA HINDU

ESSE TEMPLO HINDU EM CHENNAI É DECORADO COM
FIGURAS DE DIVINDADES, QUE ENFATIZAM A 
NATUREZA SAGRADA DA CONSTRUÇÃO


Durante a Era de Ouro da arquitetura indiana, o período Gupta no século VI a.C., a Vaastu Shastra ( a ciência da construção foi escrita. Ela descreve métodos de construção, mas tinha como objetivo principal construir uma morada para os reis e deuses. Ensinava os praticantes uma forma de criar equilíbrio e harmonia utilizando a energia sutil das pessoas, das construções e do Universo. Essa arte sagrada é muito mais do que o uso inteligente dos materiais terrenos - é uma mediação entre um plano superior divino e o reino dos humanos.

Um templo hindu, diferente de uma igreja ou mesquita, é onde os deuses vivem. Os hindus não usam o templo para se reunir e adorar, pois veem como uma escultura a ser apreciada pelo lado de fora. Devotos entram para fazer oferendas aos deuses e depois vão embora.


QUADRADO
Forma fundamental na arquitetura hindu, o quadrado é considerado uma forma perfeita e símbolo de ordem. o templo deve sempre estar de frente para o leste, pois é onde o Sol nasce, representando a destruição das trevas. Somente materiais orgânicos são utilizados na sua construção, já que os materiais feitos pelos homens não são bons condutores de energia cósmica.


PAREDES E PORTAIS
Algumas vezes, sete paredes concêntricas, prakaras, circundam o templo, simbolizando os sete níveis da matéria: terra, água, fogo, ar, éter, mente e inteligência. Os portais ou gopurans nas paredes simbolizam a libertação dos vínculos materiais conforme a pessoa vai em direção ao santuário no centro do templo.


MANDALA
Na Índia, alguns arquitetos utilizam o antigo símbolo da mandala como modelo para o planejamento e o desenho das construções. Varanasi, na beira do rio sagrado Ganges, é a cidade mais sabrada da Índia, e seu traçado é baseado em uma  mandala.


FIGURAS
Figuras esculpidas das deidades são pintadas e entalhadas nos templos para enfatizar a natureza sagrada da construção.


SIMBOLISMO DO CORPO HUMANO
O templo é visto como um ser vivo, como um ser humano, e suas diferentes partes correspondem ao corpo humano. A porta é a boca, o domo é a cabeça. O pavilhão da frente ou sala de encontro é o estomago, as portas em volta são as pernas, o gopuram, a torre de entrada, representa os pés e a imagens principal no sanctum sanctorum, ou Garbahagriha, oculto na escuridão do nicho interior, é a força da vida ou prana no corpo. Cada parte do templo simboliza um membro de Deus, logo, toda a seção é sagrada.


ARQUITETURA BUDISTA

AS CAVERNAS DE ELLORA FORAM ENTALHADAS
NA ROCHA E INCLUEM DOZE TEMPLOS BUDISTAS


Os primeiros budistas esculpiam seus templos em rochas vivas, extraindo materiais da terra para construir locais sagrados, como Ellora, no nordeste de Mumbai. O monastério Ajanta (500-600 a.C.), próximo a Mumbai, foi esculpido na rocha, assim como muitos templos budistas. Colunas de madeira eram usadas para completar a estrutura interna. Construções mais tardias começaram a utilizar materiais já prontos para suas obras.


ESTUPA
Estupa são grandes montes e edifícios cerimoniais que contêm relíquias budistas. Os primeiros foram encontrados em Nandangarth, Índia, e eram montes funerários reais. Depois dos enterros, mastros de madeira foram colocados no centro para carregar guarda-chuvas que simbolizavam realeza ou autoridade. Em sua forma mais simples, a planta da estupa é um círculo dentro de um quadrado.

O monte de Sanchi, em Madahaya Pradesh, na Índia, é um grupo de monumentos budistas que datam de 250 a.C. Asoka (304-232 a.C.). O primeiro benfeitor de Buda, construiu oito estupas sobre as relíquias de Buda, com duas estupas extras para a urna e os restos mortais. Asoka também construiu colunas monolíticas independentes, as mais famosas de Sarnath, que representam a ligação entre o Céu e a Terra.


MONTE DE SANCHI


O templo de Borobodur, em Java, foi construído na forma de lótus, a flor sagrada de Buda.

TEMPLO DE BOROBODUR

Em cada direção, há 92 budas sobre pequenas estupas e cada estátua tem um mudra diferente. O Borobodur representa os 10 níveis da vida de um Bodhsattva, que uma pessoa deve passar para alcançar a iluminação.

SOMBRINHA
A sombrinha é o símbolo do Céu e representa reinado. É também um emblema do Próprio Buda. Uma série de sombrinha no topo das estupas e pagodes representa os níveis do mundo celestial, o mundo cósmico e o mundo além do homem.

TRIRATNA / TRISULA
Também conhecida cpmo Trisula, a triratna é o símbolo das "Três Joias" de Buda: o próprio Buda, o Dharma ou os ensinamentos, e Sangha, a comunidade que pratica o budismo. Geralmente aparece em entalhes em edifícios sagrados.

PALÁCIO POTALA
O Palácio Potala, que significa "Terra Pura" e está em Lhasa, no Tibete, é um lugar importante para os peregrinos budistas. Finalizado em 1694, está localizado em um dos lugares mais altos do mundo e é coberto de folhagens vermelhas, brancas e douradas. O monastério com o teto dourado era a casa oficial do Dalai Lama, o líder espiritual do budismo tibetano, e já foi a casa dos que vieram antes, assim como as suas tumbas. O atual Dalai Lama teve de fugir para o norte da Índia devido à interferência chinesa em todos os níveis da vida tibetana.


PEGADA DE BUDA
O pé de Buda, Buddhaapada, simboliza a Terra, o caminho de Buda e a jornada para a iluminação. Entalhado ou desenhado em lugares que ele visitou quando estava vivo e que agora são venerados e visitados por peregrinos.



ARQUITETURA TAOISTA

ESTA VISTA DA CIDADE PROIBIDA DE BEIJING MOSTRA CLARAMENTE
COMO SUA ESTRUTURA É BASEADA NUMA MANDALA.


O Taoismo mantém as antigas tradições chinesas vivas através de rituais de adoração aso deuses e aos seus ancestrais, que tinham de ser venerados para evitar que o mal se abatesse sobre os seres humanos. Seus praticantes acreditam na arte da adivinhação e na veneração de seus ancestrais e imperadores.

No Taoismo, é importante viver a vida em sua simplicidade de acordo com os ciclos da natureza. Lao-Tse instruiu seus seguidores a "serem firmes como uma montanha, mas flexíveis como um rio". Montanhas são sagradas para essa religião, assim, muitos templos era erguidos sobre elas em locais de grande beleza natural. Montanhas sagradas eram locais de peregrinação e muitos monastérios foram construídos em suas encostas. O pico mais sagrado se chama Tai Shan.

A Cidade Proibida, em Beijing, foi construída sobre uma mandala, que simboliza o imperador como a pessoa que uniu o Céu e a Terra. Similarmente, o Templo do Céu está baseado em uma mandala de onde quatro templos em submandalas foram dedicados à Terra, à Lua, ao Sol e ao Céu. 

Um dos desdobramentos do Taoismo é o feng shui, a arte e a ciência que determina como as construções devem ser feitas para apaziguar os deuses e para que a boa energia, chi, flua e se maximize.


PAGODES
Pagodes são originalmente santuários ou relicários ligados aos templos budistas. Na China, pagodes eram geralmente postas nas entradas das cidades para evitar a entrada de espíritos malignos vindos do nordeste, a direção do mal. Pagodes são construídos em madeira intercalada com metal, o que o torna mais resistente a terremotos e tufões.

O pagode de cinco pavimentos de Horyuji, em Nara, (foto acima), construído há 1300 anos, foi recentemente tombado como patrimônio histórico da humanidade pela Unesco. Horyuji foi o primeiro templo budista a ser construído no Japão e a mais velha estrutura do mundo com estrutura em madeira. Isso inclui o pagode ou relicário, um kodo ou sala de leitura e um kondo ou sala das imagens.

O pagode geralmente possui a forma de uma torre construída em nove níveis, simbolizando os nove níveis para o Céu. Na dinastia Tang, eles eram octogonais ou diagonais. O pagode é muito utilizado para abrigar objetos sagrados. Seu teto era curvado para evitar a entrada de maus espíritos.


O BAGUÁ
(OITO TRIGRAMAS)
Também escrito como Pa Kua, esse símbolo surgiu na China e simboliza o início do mundo. Utilizado pelo feng shui para localizar ou mapear a casa ou construções, para que assim os locais mais auspiciosos fossem usados para o objetivo principal. As oitos áreas ou guas do Baguá correspondem a prosperidade, reputação, relacionamento, família, saúde, criatividade, habilidade e conhecimento, carreira e pessoas prestativas.


Nota:
1- Longe de objetivar ser apologética, a seguinte relação tem por objetivo apenas demonstrar o significado de cada um para a cultura ou religião que os adotou.


Referências Bibliográficas:

MALLON, Brenda; Os Símbolos Místicos - Um guia completo para símbolos e sinais mágicos e sagrados; 1. ed.; 2009; Larousse; São Paulo.























                                                                                                                                                                                                                   


Nenhum comentário:

Postar um comentário