Mostrando postagens com marcador Igreja Brasileira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Igreja Brasileira. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de maio de 2016

JEJUM NÃO SE APRENDE NA ESCOLA



Artigo de minha autoria publicado no jornal "Mensageiro da Paz" em abril de 2016.

O jejum é uma das práticas devocionais mais antigas do povo de Deus. Consiste na abstinência total, ou parcial de alimento durante um determinado período, tendo como objetivo o aperfeiçoamento do exercício da oração e da meditação da palavra de Deus. Apesar de ser praticado por outras correntes religiosas, o verdadeiro jejum que agrada ao Senhor deve estar de acordo com a Sua Palavra, pois ela é o nosso manual de fé e prática.
Moisés, Davi, Daniel e Ester estão entre aqueles que praticavam o jejum. O próprio Senhor Jesus, nosso maior exemplo, jejuou. Através destes exemplos somos convidados a jejuar e buscar um momento de mais consagração e intimidade com Deus.
Recentemente uma cantora gospel que também é pastora inaugurou uma “Escola de Jejum”, onde os interessados devem pagar a quantia de 50,00 por uma aula que tem a duração de duas horas, sendo ministrado uma vez por semana, por duas semanas. Nestas aulas, que segundo ela são “tremendas”, os alunos aprendem que o verdadeiro significado do jejum que é “fazer a vontade de Deus.”

domingo, 14 de dezembro de 2014

É POSSÍVEL UMA NOVA REFORMA PROTESTANTE?





Comércio da fé, Teologia da Prosperidade, amuletos evangélicos vendidos a peso de ouro por tele- evangelistas ávidos por audiência e lucros, templos luxuosos que custam milhões de reais erguidos com o único propósito de inflar o ego de líderes megalomaníacos.

Paradas para Jesus que não dizem para que vieram. Vozes que antes eram “proféticas e apologéticas” se calam diante do tilintar do vil metal e se tornam piores do que aquilo que antes criticavam. Apesar do crescimento do número de evangélicos no Brasil, a igreja não consegue influenciar culturalmente a sociedade a sua volta.

Diante destes e de outros casos que infelizmente acontecem, surgem aqueles que afirmam a necessidade da igreja evangélica brasileira passar por uma nova Reforma Protestante. Mas é possível que um movimento ocorrido na Europa do Século XVI se repita na igreja tupiniquim do século XXI?