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sábado, 30 de julho de 2011

O JESUS ISLÂMICO (PARTE III - FINAL)



JESUS NA LITERATURA ISLÂMICA


A literatura islâmica que fala acerca de Jesus, pode ser encontrada na forma de provérbios e histórias que lhe são atribuídas. Da mesma forma que Jesus têm um status elevado no Corão, seus provérbios e histórias também têm no universo muçulmano.

O JESUS ISLÂMICO (PARTE II)

JESUS NO CORÃO






Jesus é citado 19 vezes no Corão. Toda a base da opinião do Islam sobre Jesus se encontra nele, e por ser a Bíblia uma de suas fontes, alguns fatos registrados no Novo Testamento também fazem parte do Corão. O primeiro deles é o nascimento virginal de Jesus: Lembra-lhes de quando os anjos disseram: " Ó Maria! Por certo, Allah te alvissara um Verbo, vindo dEle; seu nome é o Messias, Jesus, Filho de Maria, sendo honorável, na vida terrena e na derradeira Vida, e dos achegados a Allah" E falará aos homens, no berço e na maturidade, e será dos íntegros. Ela disse: "Senhor meu! Como hei de ter um filho, enquanto nenhum homem me tocou?" Ele disse: " Assim é! Allah cria o que quer. Quando decreta algo, apenas diz-lhes: 'Sê', então é." [1]

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O JESUS ISLÂMICO (PARTE I)


INTRODUÇÃO


A palavra Islam é derivada da palavra árabe salám e significa paz. Seu sentido religioso significa submissão voluntária à vontade de Deus. A religião islâmica foi fundada por Muhammad [1], beduíno árabe nascido no dia 20 de abril de 571 d.C. Diz a tradição que aos 40 anos de idade recebeu a revelação de que havia sido escolhido por Deus para ser o último de seus mensageiros, com a missão de orientar todas as criaturas do mundo, pois, segundo o islamismo, durante a história da humanidade Deus teria enviado para diferentes povos e em diversas épocas 124.000 profetas com a missão de orientar os homens para a adoração ao Deus verdadeiro.

                                                    Muhammad recebendo a revelação do Corão através do arcanjo Gabriel     

Um dos pilares do Islam é a crença sem distinção, em todos os mensageiros desde Noé, considerado o primeiro, até Muhammad considerado o último e que trouxe a mensagem final para toda a humanidade, o Corão [2], que é a maior fonte de autoridade do Islam e teria sido revelado por Deus através do arcanjo Gabriel. Todos os profetas teriam sido homens que não pecaram, mas eram limitados não possuindo nenhum tipo de divindade.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O JESUS DO TALMUD

A parte mais conhecida do Talmud, o Pikê Avot, em um
um manuscrito em estilo bizantino do século XVI


Os dois primeiros séculos da Era Cristã foram marcados por um silêncio por parte da literatura judaica sobre a pessoa de Jesus de Nazaré. Se quisermos saber a opinião do Judaísmo sobre Jesus neste período será necessário recorrer a textos cristãos, como por exemplo, os Evangelhos Canônicos que refletem a  opinião dos judeus no final do século I, e a obra de Justino Mártir intitulada Diálogo com Trifão, produzida entre os anos 155 e 161 d. C. e que narra um suposto diálogo entre Justino e um judeu chamado Trifão, esta obra tinha por objetivo ensinar aos cristãos do século II a responderem aos seus críticos judeus.