sábado, 31 de dezembro de 2011

A ETERNIDADE DE DEUS


A Bíblia afirma claramente a eternidade de Deus. Os termos "eterno", "perpétuo" e "para sempre" são frequentemente empregados pelos tradutores da Bíblia na tentativa de captar o sentido das expressões hebraicas e gregas que colocam Deus dentro de nossa realidade temporal e finita. As Sagradas Escrituras afirmam que Deus existia antes mesmo da criação. Aliás, a criação é justamente uma obra Dele: "Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus", Sl 90.2

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

QUEM SÃO OS AMISH?


Em outubro de 2006, um violento ataque a uma escola na Pensilvânia , nos Estados Unidos, chocou a comunidade internacional. Ao mesmo tempo, despertou a curiosidade de muitas pessoas para o estilo de vida da comunidade que sofreu a tragédia - os amish.

Após o ataque, mais uma vez esse povo que já foi tema de filme ( A testemunha, 1985), voltou ao centro das notícias. Muitos foram os questionamentos que surgiram: Quem são os amish? Quais suas crenças? Em que diferem dos demais grupos protestantes do mundo?

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

ESQUECENDO AS AFLIÇÕES DO PASSADO



1-TEXTO BÍBLICO
"Antes de chegar a fome, nasceram dois filhos a José, os quais lhe deu Asenate, filha de Portífera, sacerdote de Om.
José ao primogênito chamou Manassés, pois disse: Deus me fez esquecer de todos os meus trabalhos e de toda a casa de meu pai.
Ao segundo, chamou-lhe Efraim, pois disse: Deus me fez próspero na terra da minha aflição." (Gênesis 41.50-52)

2- INTRODUÇÃO
Existem pessoas marcadas pelo passado.

Fatos ocorridos a vários anos atrás e que causaram muita aflição, ainda atormentam a vida de muitas pessoas que tem as suas vidas estagnadas e não conseguem avançar para um futuro de felicidade, o que acaba gerando frustração e desânimo.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O SEXO NOS TEMPOS BÍBLICOS



Ao que parece, a média dos casais nos tempos bíblicos tinha uma vida sexual normal, satisfatória. infelizmente, a maior parte das vezes em que a Bíblia aborda a questão do sexo, focaliza o lado problemático dele.

É provável que alguns dos assuntos que hoje nos preocupam não constituíssem questões sérias durante os tempos bíblicos. Os escritores bíblicos não mencionam, por exemplo, o problema da masturbação, pois o período de espera entre a puberdade e o casamento era muito pequeno.

sábado, 24 de dezembro de 2011

O MINISTÉRIO DE JESUS E A SOCIEDADE DE SEU TEMPO



O melhor registro do ministério de Jesus é encontrado nos evangelhos, que tinham a preocupação de não escrever uma biografia, mas a proclamação da salvação trazida por Cristo, cristologias com fundo biográfico. Os evangelistas, convencidos como estão da importância de Cristo para a salvação do homem, não abordam o assunto com fria mentalidade jornalística ou científica; antes, preocupam-se em captar o coração da mensagem e da vida de Cristo, o sentido da salvação realizada por Deus por meio do seu Filho encarnado.[1]

O NATAL: POR QUE 25 DE DEZEMBRO?




O mundo inteiro comemora o Natal no dia 25 de dezembro, menos a igreja da Armênia, que o celebra no dia 6 de janeiro por acreditar que jesus foi batizado nesta data. Dezembro foi o mês escolhido para festejar o nascimento de Cristo por causa do aniversário do Sol Invicto (invencível), assim chamado por marcar o final das "Saturnálias", festas em honra do deus Saturno e que marcavam o meio do inverno, quando o sol era frio e os dias curtos. Isso acontecia antes do século três depois de Cristo, quando esses festejos estavam ligados à religião pagã do mitraismo. Em meados do século terceiro (a data não é exata), a Igreja romana celebrava a "Christ Mass" na noite de 25 de dezembro, o que é hoje a tradicional "Missa do Galo".

sábado, 10 de dezembro de 2011

A CRISTOLOGIA DE AGOSTINHO DE HIPONA


Após séculos de concílios e debates, foi somente em Agostinho (354-430d.C), bispo de Hipona, que o cristianismo ocidental, alcançou a sua concepção final sobre a Trindade, e por conseguinte sobre a pessoa de Jesus Cristo.

domingo, 4 de dezembro de 2011

A MEDICINA DOS TEMPOS BÍBLICOS

CIRURGIÃO ROMANO CUIDANDO DE UM FERIMENTO: NOTE SEU CONJUNTO
DE INSTRUMENTOS ESPECIALIZADOS.


Os judeus tinham promessa de saúde se obedecessem às leis de Deus (Êx 15.6). Eles receberam também várias leis com relação à saúde (descanso e relaxamento regulares, comida adequada, evitar a água contaminada, regras para o casamento, limpeza, separação das doenças contagiosas), as quais, quando seguidas, promoviam um alto nível de boa saúde. Quando as leis eram desobedecidas, a doença surgia (Dt 28.60,61). Ninguém chamava um médico e os que recorriam a eles eram criticados por contrariarem a vontade de Deus. Isso aconteceu ao rei Asa em 2 Crônicas 16.12.  O procedimento correto no caso de doença era a oração a Deus (Nm 21.7; 2Rs 20; 2Cr 6.28-30; Sl 6; 107.17-21).

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O CALENDÁRIO CRISTÃO



Introdução

O Calendário Cristão ou Calendário Litúrgico, tem a função de lembrar as datas cristãs mais importantes pois através dele "comemoramos os feitos de Deus por meio de Jesus Cristo. Lembramos o que Ele fez e apontamos para o que Ele faz e fará na vida de cada cristão por meio de Jesus Cristo."1, e também serve para guiar as comemorações cristãs durante o ano.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A MUMIFICAÇÃO NO ANTIGO EGITO

MÚMIA DO FARAÓ SETI, QUE GOVERNOU O EGITO
DE 1291 A 1278 A.C.


Na época pré-dinástica, os mortos eram sepultados na areia. Os cadáveres ressecavam e ficavam conservados por anos. Unindo essa observação à crença na vida além túmulo, onde o morto precisaria de seu corpo em condições favoráveis para passar a eternidade, os egípcios desenvolveram técnicas de embalsamento.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O VESTUÁRIO DOS TEMPOS BÍBLICOS

O guarda-roupa do indivíduo que vivia nos tempos bíblicos era básico.  Uma tanga (talvez) era usada por baixo da túnica, e também se usava alguma forma de cobertura para a cabeça. Calçados e casaco eram opcionais. As pequenas variações nesse padrão durante os dias bíblicos ficavam no terreno das cores, material e estilo, em vez de nas provisões básicas, pois roupas desse tipo se adaptavam melhor a um clima relativamente quente. Paulo usava a túnica presa na cintura por um cinto, como uma metáfora para o estilo de vida do povo escolhido de Deus (Cl 3.12), e todos compreendiam que ele falava do que era básico.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A INQUISIÇÃO NO BRASIL



"Arrependo-me e peço perdão porque pequei." Pela primeira vez em dois anos de martírio, Guiomar Nunes disse o que os inquisidores queriam ouvir. A multidão reunida na praça do Comércio, em Lisboa, na tarde de 17 de junho de 1731, gritava contra os hereges, enfileirados diante de um palanque, onde se encontravam autoridades políticas e religiosas. Diante de 3 mil pessoas eufóricas, um a um, os sete réus foram chamados à contrição uma última vez. Acusada de judaísmo, a pernambucana entre eles resistiu muito antes de confessar. Enfrentara interrogatórios duríssimos na prisão.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS NO REINADO DE DOMICIANO


TITO FLÁVIO DOMICIANO



No ano 81 Domiciano (51-96d.C.)  sucede o Imperador Tito, no início do seu reinado foi benigno para com os cristãos, mas o final do seu reinado é marcado por uma intensa perseguição sendo chamado por Tertuliano[1] de a outra metade de Nero.[2]

sábado, 17 de setembro de 2011

PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS NO REINADO DE NERO

NERO CLÁUDIO CÉSAR



O Cristianismo teve seu nascedouro no Judaísmo, sendo que os primeiros cristãos, na sua maioria judeus, não criam que faziam parte de uma nova expressão religiosa, apenas criam que o Messias aguardado pelo Judaísmo já tinha vindo na pessoa de Jesus Cristo, da mesma maneira que o judeus ortodoxos não viam o Cristianismo como uma nova religião, mas uma manifestação heterodoxa dentro do Judaísmo, por este motivo os judeus foram os primeiros perseguidores  do Cristianismo. O Império Romano via esta questão como um conflito entre os judeus, e deixava para os mesmos a resolução destas questões.

sábado, 20 de agosto de 2011

RELIGIÕES DA CHINA (PARTE I) - CONFUCIONISMO

O Confucionismo é uma religião oriental baseada nas idéias do filósofo chinês Confúcio (551-479 a.C.), considerado o maior pensador da história da China. O princípio básico do Confucionismo é a busca do Caminho (Tao), que garante o equilíbrio entre as vontades da terra e as do céu.


Confúcio


Confúcio viveu numa época em que a China se encontrava dividida em estados feudais que lutavam pela supremacia do poder. Estas guerras eram seguidas de execuções em massa. Soldados eram pagos para trazer as cabeças de seus inimigos. Populações inteiras eram massacradas através da decapitação de mulheres, crianças e velhos. Estes números poderiam alcançar até 400 000. Devido a esta situação de anarquia, Confúcio elabora uma filosofia pessimista em relação a natureza humana, sendo caracterizada por um relativo racionalismo, pois não se preocupa com problemas religiosos ou metafísicos mas somente no Estado, na sociedade, na família. Para Confúcio o homem deveria agir de acordo coma sua posição, ou seja deveria conhecer o seu lugar no mundo, e consequentemente cumprir com a sua obrigação. Portanto o ideal humano é definido na doutrina da retificação dos nomes (cheng-ming), por exemplo o rei age dentro dos ideais que lhe foram estabelecidos como rei, um pai age conforme o ideal de pai e assim por diante, até as mais humildes funções.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A TEOLOGIA GNÓSTICA DE MATRIX


A palavra gnosticismo é derivada do termo grego gnôsis e significa conhecimento. Surgiu como heresia cristã no final do século I, sendo combatida principalmente pelo apóstolo João. Seus seguidores se caracterizavam pelo menosprezo da matéria, da carne e supervalorizam a alma-espírito, sendo que a matéria é má em si mesma, incapaz e desnecessária para a salvação.

sábado, 30 de julho de 2011

O JESUS ISLÂMICO (PARTE III - FINAL)



JESUS NA LITERATURA ISLÂMICA


A literatura islâmica que fala acerca de Jesus, pode ser encontrada na forma de provérbios e histórias que lhe são atribuídas. Da mesma forma que Jesus têm um status elevado no Corão, seus provérbios e histórias também têm no universo muçulmano.

O JESUS ISLÂMICO (PARTE II)

JESUS NO CORÃO






Jesus é citado 19 vezes no Corão. Toda a base da opinião do Islam sobre Jesus se encontra nele, e por ser a Bíblia uma de suas fontes, alguns fatos registrados no Novo Testamento também fazem parte do Corão. O primeiro deles é o nascimento virginal de Jesus: Lembra-lhes de quando os anjos disseram: " Ó Maria! Por certo, Allah te alvissara um Verbo, vindo dEle; seu nome é o Messias, Jesus, Filho de Maria, sendo honorável, na vida terrena e na derradeira Vida, e dos achegados a Allah" E falará aos homens, no berço e na maturidade, e será dos íntegros. Ela disse: "Senhor meu! Como hei de ter um filho, enquanto nenhum homem me tocou?" Ele disse: " Assim é! Allah cria o que quer. Quando decreta algo, apenas diz-lhes: 'Sê', então é." [1]

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O JESUS ISLÂMICO (PARTE I)


INTRODUÇÃO


A palavra Islam é derivada da palavra árabe salám e significa paz. Seu sentido religioso significa submissão voluntária à vontade de Deus. A religião islâmica foi fundada por Muhammad [1], beduíno árabe nascido no dia 20 de abril de 571 d.C. Diz a tradição que aos 40 anos de idade recebeu a revelação de que havia sido escolhido por Deus para ser o último de seus mensageiros, com a missão de orientar todas as criaturas do mundo, pois, segundo o islamismo, durante a história da humanidade Deus teria enviado para diferentes povos e em diversas épocas 124.000 profetas com a missão de orientar os homens para a adoração ao Deus verdadeiro.

                                                    Muhammad recebendo a revelação do Corão através do arcanjo Gabriel     

Um dos pilares do Islam é a crença sem distinção, em todos os mensageiros desde Noé, considerado o primeiro, até Muhammad considerado o último e que trouxe a mensagem final para toda a humanidade, o Corão [2], que é a maior fonte de autoridade do Islam e teria sido revelado por Deus através do arcanjo Gabriel. Todos os profetas teriam sido homens que não pecaram, mas eram limitados não possuindo nenhum tipo de divindade.

sábado, 16 de julho de 2011

HILÁRIO DE POITIERS, O MARTELO DOS ARIANOS




A controvérsia ariana. Parte II

Hilário nasceu na cidade de Poitiers, por volta do ano 315 d.C. Segundo ele mesmo afirma, se converteu ao Cristianismo ao ler o prólogo do Evangelho de João, onde se diz que o Verbo se fez carne, para que os homens se tornassem filhos de Deus. No ano de 350, casado e com uma filha, se torna bispo de sua cidade natal.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

ATANÁSIO DE ALEXANDRIA, O CAMPEÃO DA ORTODOXIA


A controvérsia ariana. Parte I


Até o início do século IV, o cristianismo não possuía uma ortodoxia[1] oficial estabelecida, sendo que os teólogos cristãos se viam obrigados a combater diversos pensadores, que também tinham por objetivo explicar de forma racional a fé cristã, principalmente o relacionamento de Jesus Cristo com o Deus Pai.

sábado, 2 de julho de 2011

A GRANDE PIRÂMIDE DE GIZÉ





Erguida aproximadamente no ano 2550 a.C., pelo faraó Khufu, mais conhecido pelo seu nome grego Quéops, a Grande Pirâmide de Gizé é a única das Sete Maravilhas do mundo antigo que ainda existe.[1]

sábado, 25 de junho de 2011

MISTICISMO CRISTÃO NA IDADE MÉDIA

 Francisco de Assis é um dos maiores representantes
do misticismo cristão medieval.




O vocábulo misticismo significa: "Crença religiosa ou filosófica dos místicos, que admitem comunicações ocultas entre os homens e a divindade. Aptidão ou tendência para crer no sobrenatural. Devoção religiosa; vida contemplativa. O lado misterioso de qualquer doutrina. Misticismo cristão: o desapego de si mesmo por amor a Deus."[1], nos dias atuais este termo está depreciado principalmente por causa das práticas da Nova Era, mas que não encontram fundamento na mística tradição cristã clássica, praticada quer por católicos, ortodoxos ou protestantes.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O JESUS DO TALMUD

A parte mais conhecida do Talmud, o Pikê Avot, em um
um manuscrito em estilo bizantino do século XVI


Os dois primeiros séculos da Era Cristã foram marcados por um silêncio por parte da literatura judaica sobre a pessoa de Jesus de Nazaré. Se quisermos saber a opinião do Judaísmo sobre Jesus neste período será necessário recorrer a textos cristãos, como por exemplo, os Evangelhos Canônicos que refletem a  opinião dos judeus no final do século I, e a obra de Justino Mártir intitulada Diálogo com Trifão, produzida entre os anos 155 e 161 d. C. e que narra um suposto diálogo entre Justino e um judeu chamado Trifão, esta obra tinha por objetivo ensinar aos cristãos do século II a responderem aos seus críticos judeus.