domingo, 14 de dezembro de 2014

É POSSÍVEL UMA NOVA REFORMA PROTESTANTE?





Comércio da fé, Teologia da Prosperidade, amuletos evangélicos vendidos a peso de ouro por tele- evangelistas ávidos por audiência e lucros, templos luxuosos que custam milhões de reais erguidos com o único propósito de inflar o ego de líderes megalomaníacos.

Paradas para Jesus que não dizem para que vieram. Vozes que antes eram “proféticas e apologéticas” se calam diante do tilintar do vil metal e se tornam piores do que aquilo que antes criticavam. Apesar do crescimento do número de evangélicos no Brasil, a igreja não consegue influenciar culturalmente a sociedade a sua volta.

Diante destes e de outros casos que infelizmente acontecem, surgem aqueles que afirmam a necessidade da igreja evangélica brasileira passar por uma nova Reforma Protestante. Mas é possível que um movimento ocorrido na Europa do Século XVI se repita na igreja tupiniquim do século XXI?

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

AS LIMITAÇÕES HUMANAS DIANTE DAS IMPOSSIBILIDADES DA VIDA





Sermão ministrado no dia 24/08/2014 ( domingo à noite) na Assembleia de Deus Crescer em Família, Rio de Janeiro RJ


Texto Bíblico: Jr 52. 4-14

Introdução:
            O texto bíblico relata o cerco e a destruição da cidade de Jerusalém pelo exército da Babilônia. Deus estava castigando o seu povo devido a sua contumaz rebeldia em servir a outros deuses. Nada foi poupado, até mesmo o Templo, local onde a Glória de Deus era manifesta, foi destruído. Diante deste cenário caótico encontramos o Profeta Jeremias, também conhecido como o profeta chorão, um homem temente ao Senhor e que tentou alertar ao povo do perigo em se desobedecer aos mandamentos de Deus. Diante da recusa de Judá em ser repreendido, Jeremias, vendo que os exércitos caldeus estavam próximos e que a destruição seria certa, apela para a misericórdia de Deus, que por tantas vezes tinha livrado o seu povo. O profeta busca então um milagre da parte de Deus, pois somente um milagre poderia salvar o pequeno reino de Judá de ser destruído pelo exército mais poderoso da época.