Comércio da fé, Teologia da
Prosperidade, amuletos evangélicos vendidos a peso de ouro por tele-
evangelistas ávidos por audiência e lucros, templos luxuosos que custam milhões
de reais erguidos com o único propósito de inflar o ego de líderes megalomaníacos.
Paradas para Jesus que não dizem
para que vieram. Vozes que antes eram “proféticas e apologéticas” se calam
diante do tilintar do vil metal e se tornam piores do que aquilo que antes
criticavam. Apesar do crescimento do número de evangélicos no Brasil, a igreja
não consegue influenciar culturalmente a sociedade a sua volta.
Diante destes e de outros casos
que infelizmente acontecem, surgem aqueles que afirmam a necessidade da igreja
evangélica brasileira passar por uma nova Reforma Protestante. Mas é possível
que um movimento ocorrido na Europa do Século XVI se repita na igreja
tupiniquim do século XXI?

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