A origem da festa da páscoa acha-se profundamente ligada à História do povo de Israel. Esta festa está presente em todo o período do Antigo Testamento, estendeu-se à era cristã e veio a constituir as bases do culto na igreja primitiva. A páscoa entre os judeus era comemorada no dia 14 do mês nisã[1], e a sua importância histórica se encontra no livro do Êxodo, pelo qual Deus através do seu ato redentor, fez de Israel o seu povo escolhido. Deus ordenou que os israelitas passassem sangue nos umbrais das portas para que não sofressem a praga da matança dos primogênitos (Ex. 12.7). Fora isso, dera ordenanças de como deveriam consumir o carneiro e o cabrito que deveriam ser consumidos naquela noite. E perto da meia-noite, Deus passou por todo o Egito e matou todos os primogênitos do sexo masculino, de homens e animais, porém, não entrou nas casas cujas portas estavam marcadas com sangue, e nelas ninguém morreu. Após este episódio, os israelitas passaram a observar esta festa, o principal marco de sua libertação e da proteção divina.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
sábado, 24 de dezembro de 2011
O MINISTÉRIO DE JESUS E A SOCIEDADE DE SEU TEMPO
O melhor registro do ministério de Jesus é encontrado nos evangelhos, que tinham a preocupação de não escrever uma biografia, mas a proclamação da salvação trazida por Cristo, cristologias com fundo biográfico. Os evangelistas, convencidos como estão da importância de Cristo para a salvação do homem, não abordam o assunto com fria mentalidade jornalística ou científica; antes, preocupam-se em captar o coração da mensagem e da vida de Cristo, o sentido da salvação realizada por Deus por meio do seu Filho encarnado.[1]
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