sábado, 27 de fevereiro de 2016

AINDA FALTA UMA CONQUISTA



A Era hodierna é marcada por grandes conquistas da humanidade. Grandes avanços foram feitos nas comunicações, pois, através do advento da internet a humanidade está conectada vinte e quatro horas por dia tendo acesso a informação de maneira instantânea. Os modernos meios de transporte têm facilitado as grandes viagens, possibilitando a travessia de oceanos em questão de horas. Tudo isto tem contribuído para a globalização das nações onde as barreiras culturais, que antes serviam de motivação para confrontos entre os povos estão sendo derrubadas transformando assim o que era antes exótico e repulsivo em normal e corriqueiro.


Grandes conquistas foram feitas pela ciência, melhorando assim a qualidade de vida de grande parte da humanidade. Novas formas de produção de alimentos estão sendo desenvolvidas, como por exemplo, os alimentos transgênicos que têm por objetivo aumentar a oferta de alimentos e diminuir os custos desta produção. A medicina tem avançado de maneira espantosa. Novos tratamentos estão sendo desenvolvidos, erradicando ou pelo menos tratando doenças que antes dizimavam populações inteiras. Tudo isto contribui para uma melhoria na qualidade de vida da humanidade, onde a expectativa de um envelhecimento saudável é cada vez maior.

Diante de tantos avanços e melhorias, de tantas conquistas e vitórias, um inimigo persiste impedindo o triunfo total da ciência e da humanidade. Um inimigo que tem assombrado o imaginário humano desde tempos remotos, demonstrando que mesmo com todos os avanços, o homem continua sendo limitado e incapaz.
Este inimigo é a morte. Implacável e ao mesmo tempo democrática, pois não poupa a ninguém, independente de sexo, idade, raça, nível cultural ou condição social. Todos, mais cedo ou mais tarde irão enfrentá-la, pois é uma questão natural da vida. Nascer, crescer e um dia morrer. É o ciclo biológico de todo ser vivo. Mas se é natural morrer, por que este momento é tão temido?

A morte significa o fim de todos os projetos e conquistas. A viagem planejada, o casamento sonhado, a ascensão social conquistada, tudo isto termina quando a vida chega ao seu final. A morte significa a frustração de todas as esperanças, pois como afirma a sabedoria popular: “Enquanto há vida, há esperança”.

Morrer significa negar ao instinto mais primário de todo o ser humano: o instinto de sobrevivência. Significa entrar no desconhecido, o que em condições normais causa temor. Temos medo do desconhecido, principalmente da hora da morte, pois não temos nenhum relato experimental deste acontecimento. Ninguém que tenha morrido pode relatar este momento. A morte cala todas as vozes.

Sofremos quando a vida de alguém que amamos chega ao fim, apesar de ser normal e corriqueira ainda ficamos espantados com a morte. A explicação de sofremos e ficarmos perplexos e da morte ser tão temida é uma só: o ser humano não foi feito para morrer, a psique humana não foi feita para suportar este momento.
A Bíblia afirma que o ser humano foi criado para louvar ao seu Criador e ter uma comunhão eterna com Ele. Mas devido ao seu livre-arbítrio, escolhe romper este relacionamento afastando-se de Deus. Mas toda a escolha acarreta uma consequência, ao se afastar de Deus, que é o autor da vida, o homem recebe para si a morte que é o pagamento pela sua transgressão (cf. Romanos 6.23).

Morrer é a pena imposta a humanidade pela sua transgressão. Deus foi muito claro ao sentenciar o homem: No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado, porquanto és pó e em pó te tornarás. (Gênesis 3.19)

Mas Deus, no seu imensurável amor oferece gratuitamente um escape para a humanidade incapaz e sem esperança, pois como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram. (Romanos 5.12). Este escape chama-se Jesus Cristo, o Filho de Deus enviado a este mundo com um único propósito: Dar sua vida para salvar a humanidade que estava distante de Deus.

A morte de Cristo na cruz foi um ato de amor e obediência à vontade de Deus. Sua submissão anulou a desobediência praticada pelo primeiro homem (cf. Romanos 5.15-21) trazendo assim a vitória sobre a morte.

Mas para ser merecedor desta conquista é necessário crer neste ato de amor. Por que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça mais tenha a vida eterna. (João 3.16). Crer não significa apenas acreditar, mas é necessário reconhecer a sua incapacidade e aceitar a Jesus Cristo como único e suficiente salvador do pecado e da morte. Somente assim é possível vencer a morte e ter acesso à vida eterna oferecida por Deus. Uma vida que não significa apenas viver para sempre, mas eternamente na presença do Criador onde não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor. (cf. Apocalipse 21.4)

Apenas uma decisão tem o poder de garantir a conquista que falta a humanidade. Então que tenhamos a sabedoria de fazer a melhor escolha, aceitando Jesus como salvador e vencendo assim a morte, o último inimigo que há de ser aniquilado. (1 Coríntios 15.26)


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